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| 25/10/2004 |
"ATTACK
+" ou Ataque Positivo
aconteceu no dia 17/10/04 em várias cidades do
Brasil com intervenções efêmeras de artes visuais (colagens de
adesivos e posters; instalações; pintura mural; graffiti;
stencil) e em alguns pontos, como Salvador, contou com
parceria de coletivos, incluindo outras linguagens artísticas
contemporâneas como live acts de djs, músicos, vjs e
performers, tudo isso para reforçar ainda mais o verdadeiro
sentido da arte de rua que vem ganhando espaços, oportunidades
e valorização merecida pela sua essência maior de
acessibilidade e interatividade com o homem no seu cotidiano.
Veja
matéria no Site rraurl.com: http://www.rraurl.com/cena/noticia.php?rr_noticia_id=1108
Projeto
e coordenação geral: Andrea May
Contato:
mayprojetos@uol.com.br
Escrito por may às 12h44 []
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ATTACK +
SALVADOR

Participantes:
ARTISTAS VISUAIS (stickers e posters): XEREL
(BH) - CONTENTE (RJ) - THE YELLOW DOG (BH) - ANDREA MAY (BA) -
PULGA (PR) - CARÔ VEIGA (RJ) - RIM (PR) - IANSÃ NEGRÃO (BA) -
POPDESIGN (RJ) - BRUNO BAMZIN (RJ) - JOSMAR MADUREIRA (SP) -
ANDRÉ LEAL (BA) - MARI FIORELLI (BA) - HENRIQUE MONTANARI AKA
DIGITAL PIMP (SP)
MOTE coletivo de múltiplas mídias (intervenções
de imagética no cenário urbano) NÚCLEO PRAGATECNO (line
up: dj angelis sanctus, dj môpa, dj mauro telefunksoul, dj
adriana prates) PROJETO GAMBIARRA DIGITAL de André Stangl
(colagens sonoras) DENIS SEN@ (graffiti) TUTI
MINERVINO (instalação e performance) JAYME FYGURA
(performance) PROJETO "https - high tech total popular
stickers" do Núcleo de Ciberpesquisa da UFBa G.I.A.
(interferências urbanas) MBR – movimento bicicleta na
rua
Participações voluntárias na ação:
Daniel Lisboa (Hare)/ Rebeca Matta/ Paulo Márcio (Dexter)/
Talita/ Tadeu/ Gilberto Monte/ Tatti Carvalho/ Juliana
Protésio e Lemon
Coordenação local: Andréa May
Fotos: Gilberto Monte

Querida May. Nós do
Pragatecno sempre nos sentimos honrados em estar fazendo
coisas bacana com vc. Eu perticilamente adoro esse tipo de
ação. Espero sempre ver esse tipo de evento rolando. Foi
muito, muito bacana. Obviamente com todos os estresses e
trabalheira de produção, mas quem manda a gente nascer assim,
sensivel à arte? Nisso a gente ganham uns pontinho naquele
cadernetinha de Deus (onde ele, espero, esteja anotando tudo!)
Depois a gente cobra e mostra, comprovadamente, nosso esforço
aqui na terra, baby.
Claudio Manoel/
PRAGATECNO
positive vibrations!
attack positivo.
ação coletiva.
loucura.
tudo tudo dando pé.
iansã negrão (artista plástica/
jornalista)
Oi
pessoal,
Foi muito legal
partilhar esta experência com vcs, pedalar, pichar, estar
juntos e conhecer todos na manhã e mais tarde no
attack+.
Aspectos
positivos são os que ficam, conhecer pessoas e mais, pessoas
que estão na sintonia de fazer algo acontecer...
Vamos nos
comunicar, trocar idéias e colacar pra frente mais pichações,
pedaladas e panfletadas...
E vamos colocar
as bicicletas nas ruas...
Abraços,
Drica/ Movimento
Bicicleta na Rua
Escrito por may às 12h24 []
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| 24/10/2004 |
ATTACK +
BRASÍLIA
Participantes: Luisa e Denise Brandt
Fotos: Luisa Brandt
ATTACK +
CURITIBA
ATTACK +
SÃO PAULO
Participantes:
Chã - Beea - Disturbios - SãoZão - Yuri - Titi
Freak - Flip - Whip - Eucontraeu - Vitch - Cla - Iansã Negrão
- Mariana Artivism - Apheto - Justi - Carol Ribeiro - Projeto
Lambe lambe - Esqueleto Coletivo - Ms - Byxuxa - Oldart -
Sauce - dentre outros
Coordenção local: Rodrigo Paiva
Fotos: Beatriz Bittencourt e Rodrigo
Paiva
ATTACK +
RECIFE
Participantes/ fotos: RE: Mabuze e Haidee
(RE:COMBO)
ATTACK +
RIO DE JANEIRO
Coodenação local: Contente
ATTACK + BELO HORIZONTE
Participantes:
The Yellow Dog/ China/ Thiago Brumano/ Aeoner/
Dalata/ Xerel/Pop Stencil/ Vesgo/ JJBZ/ Koji/ etc
de outros estados: Andrea May e Mario 86
Coodenação local: The Yellow Dog
Escrito por may às 17h28 []
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| 23/10/2004 |
COBERTURA JORNAL CORREIO DA
BAHIA, 18/10/04
Ataque
artístico
O Attack, movimento que reuniu
representantes da arte de rua no embalo da música eletrônica,
agitou o Rio Vermelho
por Andreia Santana
Colagens, grafites e outras manifestações de arte de
rua movimentaram o bairro. A turma sentada no barzinho em
frente, bebericando a cervejinha gelada para espantar a
maresia do fim de tarde de domingo, não entendeu nada. Do
outro lado da rua, chamava a atenção uma sucessão de fios,
caixas de som, tapumes e gente andando para lá e para cá.
Empurrado pela curiosidade dos fregueses, o garçom foi
conferir de perto o que tanto aquele povo fazia e para que
pintavam pedaços de papelão com tinta branca. Foi o primeiro a
sofrer o efeito do Ataque Positivo, movimento que reuniu
diversos representantes da street art (arte de rua), no Rio
Vermelho, ontem à tarde, em intervenções como colagens,
pintura mural, grafite e instalações ao ar livre, tudo
devidamente embalado por música eletrônica. O Ataque
Positivo, ou Attack, aconteceu simultaneamente em Salvador,
Aracaju, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinhas e Belo
Horizonte. Idealizado pela artista plástica baiana Andrea May,
também criadora da Galeria de Adesivos, o objetivo foi
literalmente despertar a atenção de pessoas como o garçom do
barzinho do Rio Vermelho, alertando-as para a existência da
arte de rua, que apesar de efêmera, é capaz de deixar marcas,
mostrando uma outra perspectiva da cidade. Rolo de pintar
paredes em punho, Andrea May e os outros artistas, a maioria
convocada via internet, caprichavam na transformação do bairro
mais boêmio de Salvador em uma grande galeria a céu aberto. E
é na web, através de blogs, sites e fotologs, que a maioria
das peças criadas por esses artistas pode ser encontrada.
Fascínio - Essa forma de arte que sai do ambiente formal
das galerias e se espalha pelo mundo ao arrastar de um mouse
despertou a atenção da design gráfica Mari Fiorelli, que além
de fazer street art, mais especificamente pictogramas
relacionados à cybercultura, também está fazendo mestrado em
artes plásticas e tem como tema a arte colaborativa. "Me
interessa muito essa possibilidade de uma obra de arte estar
disponível na internet através de arquivos que qualquer pessoa
pode abrir, imprimir e sair colando pelas ruas, deixando a
cidade mais bonita", define. Animando as intervenções dos
artistas, os DJs da Pragatecno, como Môpa, Mauro Telefunksoul,
Adriana Prates e Angelis Sanctus, que levou para a pracinha do
Rio Vermelho um som mais experimental, o microhouse. Além
deles, André Stangl apresentou sua gambiarra digital, uma
mistura de colagens e sons. Outro artista da terra, o
performático Tuti Minervino, que literalmente segura as dores
e delícias do corpo num cabide desenhado nas costas, se
preparava para uma sessão de tatuagem com chiclete. "Meu
próximo desenho no corpo será um zíper, logo abaixo do cabide,
para ser aberto e deixar passar a alma". Outra invenção do
inquieto Tuti podia bem ser batizada como Árvore Pingando, uma
instalação que, no mínimo, fez a felicidade de muita gente:
penduradas em árvores, garrafas de pinga (essa mesmo, a água
que passarinho não bebe), deixavam cair generosas gotinhas na
boca de quem se dispunha a ficar de cara para cima, admirando
a engenhosidade do artista.
Escrito por may às 16h26 []
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MATÉRIA JORNAL A TARDE,
17/10/04
Arte de rua ataca
“Todas as manifestações ligadas à cultura de rua serão
bem-vindas, até a hora do evento surgirão novos participantes
que se integrarão às ações programadas”.
Reportagem:
Andréa Lemos
A partir de hoje, quem passar pelo bairro
do Rio Vermelho com um olhar mais atento e curioso vai
perceber algo diferente na Praça Brigadeiro Faria Rocha,
próxima à Rua Oswaldo Cruz. O local sofrerá a intervenção
de alguns artistas da cidade: pinturas no chão, grafite,
adesivos e pôsteres nos postes, stencil, pintura mural e o que
ocorrer. A iniciativa está sendo chamada de ATTACK +. O
símbolo da soma é para reforçar que a invasão é positiva. A
intenção dos artistas é fazer arte fora das quatros paredes, a
chamada street art, expressão contemporânea que tem linguagem
própria e o objetivo e “reconfigurar o cotidiano anestesiado
da cidade”, como afirma a artista plástica e ativista cultural
Andréa May, organizadora do ATTACK +. A intervenção
acontece em ruas, avenidas e praças de mais cinco capitais
brasileiras – Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte,
Aracaju e Campinas –, com a participação de aproximadamente
500 artistas. O tom de modernidade envolve o evento do
começo ao fim: a idéia de realizar o ATTACK + foi lançada na
internet pela ativista baiana e os artistas dos outros Estados
foram se agregando. Algumas “obras” irão ficar nas ruas,
outras fazem parte apenas do momento: live acts de DJs,
músicos, VJs e performers. A música também compõe o ambiente
do “faça aqui e agora” da street art. Em entrevista, May
explica a idéia, o processo e como será a execução dessa
invasão.
A TARDE - Como nasceu a idéia de realizar o
ATTACK +? Andréa May - No meu histórico pessoal como
produtora/ativista cultural, sempre constaram iniciativas
diversas e, hoje, sentindo a necessidade de participar cada
vez mais de eventos de artes visuais (com foco principal na
street art), organizei a galeria de adesivos e, agora, o
ATTACK +, numa tentativa de maior abrangência das técnicas
utilizadas pelo movimento e visando a troca de informações
nacionalmente.
O que está previsto para acontecer? Por
que o Rio Vermelho foi o local escolhido? O termo
“previsto” está superbem aplicado, pois nesse âmbito todas as
manifestações ligadas à cultura de rua serão bem-vindas. Até a
hora do evento, surgirão novos participantes que se integrarão
às ações programadas: performances, live acts, colagens de
adesivos, pôsteres, stencil, grafite e intervenções urbanas
como instalações e projeções. O Rio Vermelho é uma
passagem quase obrigatória na rota das artes em Salvador.
Bares, boemia, beleza natural, tem todo o lado festivo e de
aglomeração espontânea à noite e, nos finais de semana, além
do astral da rua escolhida, que costumamos freqüentar.
É a primeira vez que uma intervenção desse tipo é
organizada no Brasil? E em Salvador? Acredito que, com
esse caráter de simultaneidade, sim. Se formos analisar pela
ótica da receptividade e credibilidade que estamos recebendo,
artistas das mais diversas cidades se manifestando na web, se
articulando entre si (no Rio de Janeiro e em São Paulo
ocorreram até simulações chamadas de pré-ATTACK), já existe um
ineditismo rolando aí.
Como foi a articulação com os
outros Estados para que isso pudesse acontecer em tantos
lugares diferentes? A internet não ajudou, ela foi o único
veículo utilizado para a mobilização do ATTACK +. Por meio de
fotoblogs, sites relacionados e mailing virtual, contatei
muitos dos participantes e isso logo virou uma bola de neve na
rede. Na sua maioria, são artistas urbanos, alguns com quem
tropeço quase diariamente pelo mundo digital e que também
participaram do meu projeto anterior, a Galeria de Adesivos
(stickers), a primeira da América Latina, situada no espaço
cultural da São Rock, também no Rio Vermelho.
Qual a
filosofia que está embutida na ação? Quais são os objetivos?
Acredito que a arte por si só não requer nenhuma
explicação. Ela tende a se revelar às pessoas, sendo
compreendida ou não. Muito importante também é a aglutinação
de expressões que se unem por ideais comuns e que, na
totalidade, podem se tornar uma só, com caráter híbrido.
Mote - coletivo de múltiplas mídias O coletivo
Mote reúne videomakers, designers, fotógrafos e DJs de
Salvador. Desenvolve e participa de projetos e manifestações
culturais, utilizando ferramentas tecnológicas na produção de
áudio e imagens.
O ATTACK + é responsável por
intervenções imagéticas
Núcleo de Ciberpesquisa da
Ufba Projeto “https - high tech total popular stickers”.
Lançou uma série de adesivos com base em temas da cibercultura
Projeto Gambiarra Digital, de André Stangl Filósofo,
designer e DJ. A principal característica do set é a colagem
de diversos ritmos, num movimento que ele mesmo chama de
antropofágico.
G.I.A. (interferências urbanas). Grupo
de artista oriundos da Escola de Belas Artes, comprometidos em
subverter elementos da paisagem urbana.
Tuti Minervino
instalação e performance Constrói objetos na linha pop art.
Núcleo Pragatecno Line up com os DJs Angelis
Sanctus, Môpa, Mauro Telefunksoul e Adriana Prates. O
Pragantecno é um grupo de DJs de música eletrônica que reúne
artistas de vários Estados do País.
Xerel (BH)
Contente (RJ) The Yellow Dog (BH) Andrea May (BA) Pulga (PR)
Carô Veiga (RJ) Rim (PR) Iansã Negrão (BA) Popdesign (RJ)
Bruno Bamzin (RJ) Josmar Madureira (SP) André Leal (BA) Mari
Fiorelli (BA) Henrique Montanari Aka Digital Pimp (SP)... e
quem mais se habilitar
Serviço Attack + Praça
Brigadeiro Faria Rocha, Rio Vermelho (próximo à rua Osvaldo
Cruz) Hoje a partir das 16h Aberto ao
público
Escrito por may às 16h23 []
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MATÉRIA JORNAL
CORREIO DA BAHIA, 17/10/04
O
ataque dos artistas de rua
(Cláudia Lessa)
A
internet tem sido a maior divulgadora da street art, a tão
estigmatizada chamada arte de rua. Foi através desse veículo
que Andréa May, artista plástica e vocalista da banda
tara_code, começou a trocar figurinha com gente de todo o
Brasil. A realização recente, em Salvador, da I Galeria de
Adesivos da América Latina foi, digamos, a alavanca para o
surgimento do Attack + (ou Attack Positivo). O projeto será
inaugurado hoje com intervenções efêmeras de artes visuais,
simultaneamente, em várias cidades do país. Na capital baiana,
tudo vai começar às 16h, no calçadão em frente à rua Fonte do
Boi, no Rio Vermelho. Cidades como São Paulo, Rio de
Janeiro, Belo Horizonte, Aracaju e Campinas também serão
"invadidas" por colagens de adesivos (stickers), pôsteres,
pintura mural, grafite, instalações, stencil e outras
linguagens artísticas contemporâneas, a exemplo do live acts
de DJs, músicos, VJs e performers. Em Salvador, explicou
Andréa May, a escolha do boêmio bairro para estrear as
atividades do Attack + se justifica pelo próprio astral do
lugar, receptivo às mais ecléticas manifestações
artístico-culturais. É no Rio Vermelho também o endereço do
Espaço Cultural São Roque (ex-Na Moska), onde os artistas
visuais têm se reunido. "Criar o Attack + foi uma forma de
aglomerar mais gente ainda em torno da proposta de fazer arte
de rua, algo que o Colativo, um grupo que criamos
anteriormente, vinha fazendo", ressaltou Andréa May. A
idealizadora conta que os encontros virtuais, com troca de
blogs e fotologs, acabaram promovendo a adesão de
aproximadamente 500 artistas de diferentes cantos do país em
torno do Attack +. Participam, em Salvador, o Mote
(coletivo de múltiplas mídias), o núcleo Pragatecno, os
projetos Gambiarra Digital (colagens sonoras de André Stangl)
e Https (do núcleo de ciberpesquisa da Ufba), Denis Sena
(grafite), Jayme Fygura (performance), Tuti Minervino
(instalação e performance) e grupo GIA (interferências
urbanas). Estarão também em cena, apresentando seus
adesivos e pôsteres, os artistas visuais baianos Iansã Negrão,
André Leal e Mari Fiorelli, além da própria Andréa May. De
fora, vêm Xerel, The Yellow Dog, Contente, Pulga, Carô, Rim,
Popdesign, Bruno Bamzim, Josmar Madureira, Henrique Montanari,
Aka Digital Pimp, entre outros.
Escrito por may às 16h23 []
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Press
Release
ATTACK + BRASIL! No próximo
dia 17, domingo, estarão sendo realizadas invasões simultâneas
de arte urbana em diversas cidades do Brasil. É o
"ATTACK +" ou ataque positivo, que prevê intervenções efêmeras
de artes visuais com colagens de adesivos e posters;
instalações; pintura mural; graffiti; stencil e em alguns
pontos, contando com parceria de coletivos, haverá inclusão de
outras linguagens artísticas contemporâneas como live acts de
djs, músicos, vjs e performers, tudo isso para reforçar ainda
mais o verdadeiro sentido da arte de rua que vem ganhando
espaços, oportunidades e valorização merecida pela sua
essência maior de acessibilidade e interatividade com o homem
no seu cotidiano. Apesar de todo o estigma que envolve
a chamada street art (sua associação indevida com o vandalismo
ou anti-arte) está acontecendo um significativo movimento nas
grandes cidades e principalmente pela internet, seu maior
veículo de divulgação. Foi basicamente através dela,
utilizando-se blogs e fotologs que aconteceram as adesões ao
projeto que reunirá aproximadamente 500 artistas numa só data
em diferentes pontos do país. As cidades confirmadas
na rota oficial do evento são: Salvador - Rio de
Janeiro - São Paulo - Belo Horizonte - Curitiba - Aracaju -
Campinas - Novo Hamburgo E ainda em outras como
Jundiaí, Porto Alegre, Brasília, Joinville e Recife alguns
artistas desenvolverão atividades isoladamente como
manifestações simbólicas ao ATTACK +. As edições serão
registradas em imagens (foto e vídeo) para a construção de um
site onde serão apresentadas todas as ações do projeto que
busca na sua essência a união da referida classe em função dos
seus ideais artísticos e sociais. A programação varia
a cada cidade em formato, horário, duração, estrutura física
do espaço urbano escolhido, o que dará uma maior diversidade
estética ao projeto que surgiu há dois meses, por iniciativa
de Andrea May (artista plástica e vocalista do projeto
tara_code), após a excelente repercussão da abertura da
primeira Galeria de Adesivos (stickers) da América Latina em
Salvador (www.saorockdiscos.com.br/galerideadesivos).
Escrito por may às 16h22 []
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